Matérias

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Conduta Umbandista

Por Carol Oliveira

Ao entrar num terreiro de Umbanda, é esperado do consulente respeito pelo solo que pisa e pelas forças que regem e sustentam aquele trabalho. Um consulente não deve, jamais, pagar pelo seu atendimento, pois Umbanda é, em sua primeira definição, a manifestação do espírito para a prática da caridade.
O consulente também não deve esperar milagres, mas saber que, além de receber um descarrego, ou um passe de cura, o que ele receberá serão palavras de consolo, força e crescimento; palavras para ajudá-lo a viver com mais clareza e felicidade.

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Quem é Pombogira

Por Carol Oliveira

Pombagira é uma linha dentro da Umbanda que se manifesta na via da esquerda e têm todo nosso respeito, admiração e louvação, pois Pombagira vem se manifestar neste plano sobre este arquétipo para quebrar e diluir muitos preconceitos e muitos dogmas sobre a mulher.

A mulher por quase toda a história da humanidade, foi oprimida, perseguida e podada de seus direitos como ser humano e como mulher. A “boa mulher” para muitos machistas é aquela mulher que anda no “cabrestos”, que não pode ter sua própria vida, não pode trabalhar, ser livre, independente, dona de si e de seus sonhos.

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Médium em desenvolvimento

Onde está a minha Coroa?

Em alguns terreiros de Umbanda é comum a confirmação ao trabalho de um médium em desenvolvimento através do ritual conhecido pelo nome de Coroação. Já outros terreiros usam o ritual do Amaci (lavagem da cabeça com ervas específicas) como ato confirmatório da preparação ao serviço mediúnico daquele que por alguns meses ou anos freqüentou a corrente e participou das giras de desenvolvimento. Já outros terreiros sequer utilizam algum ritual preparatório.
Os chefes verificam a incorporação e o teor de algumas mensagens das entidades incorporadas e depois enviam o médium para o trabalho na corrente. Tais procedimentos, entretanto, variam de uma casa para outra.

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